Sobre Circos e Hospícios

Por Paulo Rubens Gimenes

Nos idos de 1970 dizia-se da Praça Barão que: “ se fechasse virava um hospício e se cobrisse virava um circo”.  Passados quase meio século; Franca cresceu, esparramou-se pra mais de três colinas e a “fauna” inspiradora para o adágio da Praça Barão, rompeu as barreiras do centro da cidade e  se espalhou por nossas ruas e avenidas, criando filiais do hospício e do circo da famosa praça.

Hoje encontramos  em cada esquina movimentada de nossa cidade malabaristas, palhaços e loucos, muitos loucos  que, ao contrário da alegria daqueles de deram fama à Praça Barão, são protagonistas de um  espetáculo  deprimente…

Ora, quem cuida de nossa cidade ¿ Quem zela pra que tudo fique em seu devido lugar  ¿ Loucos em manicômios, artistas no circo ¿

Tenho a impressão que além de muita coisa estar fora do lugar; tem muita gente em lugar errado.


Paulo Rubens Gimenes, músico francano.10615402_806483739416888_8164272638860666940_n

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